Monitoramento mostra evolução das Escolas Jovem em Ação no alcance das metas de aprendizagem

Monitoramento mostra evolução das Escolas Jovem em Ação no alcance das metas de aprendizagem

A equipe de implantação das Escolas Jovem em Ação reuniu-se nesta terça-feira, 31, com a secretária de Estado da Educação, Juventude e Esportes, professora Wanessa Zavarese Sechim, para apresentar os resultados do monitoramento do 3º Ciclo de Acompanhamento Formativo nas escolas. Ao todo, 12 escolas da rede estadual aderiram ao programa que no Tocantins é denominado de Escola Jovem em Ação e atende a mais de 2.300 alunos da primeira série do ensino médio.

 

O monitoramento apresentado pela equipe de gestão do programa aponta uma evolução nas metas de aprendizagem estabelecidas para essas unidades educacionais. A avaliação é feita em cinco premissas (Protagonismo, Formação Continuada, Gestão de Excelência, Corresponsabilidade e Replicabilidade) e tem como objetivo mapear e planejar ações para que a Escola Jovem em Ação cumpra sua função, que é a de estabelecer um ensino médio em tempo integral, visando o protagonismo juvenil, o projeto de vida dos estudantes com sucesso na aprendizagem.

 

Na avaliação da professora Wanessa Sechim, o trabalho na implementação das 12 escolas de fomento no Tocantins tem sido bem elaborado, o que reflete nesse avanço. “O trabalho realizado pela equipe da Escola Jovem em Ação é fantástico e muito elogiado tanto pelas regionais, como pelos diretores das escolas. Sabíamos que teríamos dificuldades, mas a parceria dos institutos e o apoio do governador tem nos ajudado a superar esta etapa”, completou.

 

O programa Escola Jovem em Ação é desenvolvido no Tocantins em parceria com o Ministério da Educação (MEC), Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), Instituto Sonho Grande e Instituto Natura. A representante do ICE, Luciele Laurentino, destacou que o Tocantins tem sido destaque no modelo de implantação do programa.

 

“O Tocantins é uma referência na implementação gradual do programa, tanto dentro do ICE, quanto para o MEC. Neste terceiro ciclo, as escolas se apossaram melhor dessa mentalidade do programa e conseguiram performar melhor, mostrando essa evolução em relação ao segundo ciclo”, pontuou.